É o único ministério cristão a originar-se de um fato social e surgiu de uma premente necessidade da igreja primitiva, ou seja, socorro às viúvas helenistas (At 6.1-3).
Como função, o diaconato exige um grau mínimo de habilidade e como ministério, trata-se de um trabalho ou função eclesiástica. A palavra diácono aparece cerca de trinta vezes no Novo Testamento e às vezes realça o significado de servo e de ministro. O Senhor Jesus foi um diácono perfeito. Na Sua declaração em Mc 10.45, encontramos a variante da palavra diakonia duas vezes: “O Filho do Homem não veio para ser servido (diakon thenai), mas para servir (diakonai) e dar a sua vida em resgate de muitos”.
O ministério diaconal, inspirado pelo Espírito Santo, é o ofício por excelência, cuja razão primacial é o serviço incondicional e amoroso a Deus e à sua Igreja que deve ser exercido por pessoas de bom preparo espiritual e grande conhecimento da fé cristã. Por isso, as virtudes que os primeiros cristãos exigiram para a formação deste ministério foram: ter boa reputação, ser cheio do Espírito Santo e de sabedoria que deve proceder diretamente de Deus. Além destas qualificações como requisitos bíblicos, o ministério requer ainda um tempo de real, objetiva e piedosa experimentação que tem por finalidade, aferir experiências para que a igreja possa conhecer seus servidores.